A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve votar hoje projeto de lei que altera as regras de licitações públicas. A principal mudança é a exigência dos pregões eletrônicos como principal mecanismo do governo para compra de mercadorias e serviços. Entre as propostas está ampliar o uso do pregão para diversos serviços, até o limite de R$ 3,4 milhões. Com isso, perto de 90% das obras públicas poderão ser licitadas por meio eletrônico. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, é contra a medida. Na sua visão, empresas podem ganhar licitações ao oferecer preços baixos, mas não terão condições de entregar a obra. O presidente da CAE, Aloizio Mercadante (PT-SP) defende o novo limite.
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