Participação das pequenas alcança 68% nas licitações


As licitações federais movimentaram R$ 6,6 bilhões em 2003 e as pequenas empresas aumentaram sua participação no setor, que passou a ser de 68%.
De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e dados do Siasg/Comprasnet acumulados até novembro do ano passado, em 2003 foram realizadas 44.029 licitações, 2,2% a mais que em 2002, apesar dos problemas econômicos que o País enfrentou no período.
O número de micros e pequenas empresas que participam das compras governamentais cresceu 13% em 2003, perante mesmo período de 2002.
No ano passado, entraram 21.140 novas empresas no cadastro de fornecedores federais, um aumento de 12% na base de empresas cadastradas, que hoje soma 193.782 empresas.

Mais micros
O número de pessoas físicas, como autônomos e profissionais liberais, que forneceram ao governo em 2003 cresceu 18,7%, somando 30.148 fornecedores.
O número de microempresas cresceu 13,5%, alcançando 52.828 e se tornando o principal grupo de fornecedores do governo federal. Já o número de pequenas cresceu 9,3%, e hoje elas são 48.724, o segundo maior grupo de fornecedores do governo.

Mais material de consumo
Por tipo de compras, no ano passado apenas dois dos oito grupos de compras do governo registraram crescimento nos gastos, em relação ao volume de gastos em 2002.
As compras de material de consumo, exceto hospitalares, farmacêuticos e médicos cresceram 13% e movimentaram em 2003 R$ 547 milhões.
As contratações de locação de mão-de-obra (terceirização) aumentaram 19% no período, totalizando R$603,1 milhões em compras no ano passado. Esses dois segmentos de compras têm grande participação de micros e pequenas empresas.
Entre os subelementos da despesa, os gastos com energia elétrica aumentaram 31%, em parte devido ao aumento das tarifas, e os gastos com água e esgoto subiram 25% no ano passado, perante 2002.
Os gastos com limpeza cresceram 14% e os com informática aumentaram 2%. As despesas com vigilância e telecomunicações cresceram, ambas, 8% no período.
Presidência compra mais
Entre os principais compradores (órgãos licitantes), o quadro foi de queda. Dos 24 órgãos, apenas sete registraram aumento nos gastos.
A maior variação foi a da Presidência, cujo gasto avançou 67%. O Ministério da Fazenda foi o segundo colocado e os seus gastos com licitação cresceram 15%.
Os Ministérios da Saúde (6%), Agricultura (1%), Ciência e Tecnologia (2%) e Previdência (1%) também registraram aumento nos gastos com licitações entre 2002 e 2003.
Já a maior queda nos gastos foi a do Ministério de Minas e Energia, devido, em parte à paralisação de obras: 76% a menos que em 2002


26/01/2004

Fonte: Panorama Brasil

 

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