RIO — O governador eleito do Rio, Wilson Witzel , disse nesta quinta-feira que pretende lançar já em janeiro uma licitação para a instalação de câmeras de reconhecimento facial nas ruas do Rio. O anúncio foi feito durante entrevista à jornalista Míriam Leitão , na Globonews, em que adiantou que o projeto seria viabilizado através de uma parceria público-privada (PPP), sem custos para o Estado.
— Significa que as empresas vão usufruir desse sistema de segurança. Hoje, elas possuem as câmeras que podem ser integradas ao sistema do Centro de Comando e Controle (CICC) e se beneficiam do sistema com o uso policial. Então, a ideia é que a gente já lance um edital em janeiro. Com essa PPP, a própria empresa paga uma taxa para a utilização do serviço prestado pelo estado — explicou o ex-juiz federal.
Witzel voltou a falar que descarta a continuidade da intervenção federal no estado, mas afirmou que pretende manter toda a estrutura que será deixada de legado pelos militares:
— Parece que pode ter que interromper sim essa intervenção, e neste caso haveria a possibilidade de manutenção da estrutura que existe hoje, pois há muitas licitações em andamento para a aplicação de mais de R$ 1 bilhão na área da Segurança. Nós vamos receber mais de 1.200 viaturas novas ano que vem, equipamentos, pistolas, coletes.
Ação policial será filmada
Quando questionado sobre o uso de snipers para “abater” criminosos com fuzis, que foi considerado sem base legal pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, Witzel voltou a defender seu ponto de vista. Ele disse que os atiradores serão treinados, sem dar mais detalhes. O governador eleito também afirmou que todas as ações serão filmadas. As imagens poderão ser usadas em caso de processos judiciais.
— Serão treinados, inclusive vamos fazer uma visita a Israel. Todo o tiro, toda a operação com morte, tudo será filmado para resguardar o policial — afirmou Witzel, acrescentando que ordem para atirar não será do sniper, mas do comando da operação. — Há tecnologia para filmar o disparo da arma. A ordem para efetuar o disparo não é do atirador, é do comando. E o comando vai estar vendo o alvo.
Sobre a crise financeira do estado, o governador eleito admitiu pegar um empréstimo para garantir o pagamendo do Rioprevidência, cujo déficit, segundo ele, chega a R$ 200 bilhões. Ele também defendeu uma reforma tributária e a diminuição do ICMS para estimular os empresários.
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