O edital de licitação para as obras de adequação no Viaduto da Urbana e na avenida Felizardo Moura deve sair em um prazo de até 15 dias, de acordo com prazo estipulado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura de Natal (Semov). As obras precisam começar até o final do ano sob pena de perda de recursos. O orçamento é de R$ 25 milhões para o empreendimento, incluindo desapropriações. A previsão de entrega da obra, uma vez iniciada, é de oito meses.
“A empresa tem 10 dias para nos entregar todo o material para fazermos a licitação. A obra precisa ser iniciada em 2021 sob pena de perdermos os recursos, que são oriundos da Copa do Mundo de 2014”, explica o secretário de obras de Natal, Carlson Gomes. A empresa que desenhou e elaborou o projeto é a LR Engenharia. “Vamos licitar a obra em até 15 dias, porque a empresa tem os 10 dias para entregar e teremos mais cinco dias para fazer o edital da licitação”, disse.
A obra prevê adequação do traçado geométrico, visando o alargamento da via, drenagem e pavimentação, além da adequação do Viaduto da Urbana, com a construção de uma trincheira que passará sob o Viaduto e a Rua Jandira.
“Vamos ajustar a base, a sub base e um novo recapeamento naquela via toda. Aquele asfalto é muito antigo, nos estudos que fizemos foi constatado que foi feita em cima de uma via de paralelepípedo. A base precisa ser trocada, porque não foi apropriada para o asfalto, por isso ocasiona aquela quantidade de problemas naquela via”, explicou Gomes.
A primeira etapa de intervenções previstas para a Av. Felizardo Moura será a construção das galerias de drenagem que serão lançadas desde o Viaduto da Urbana até a Ponte de Igapó, eliminando pontos críticos de alagamento nesse trecho da via. Já a ampliação das vias terá um traçado que contempla cinco faixas.
“Teremos desapropriações, mas serão poucas nas questões das vias. Teremos algumas intervenções no muro da Urbana, numa pequena residência, mas na via, nesse primeiro momento, não teremos muitos transtornos nesse quesito. Posteriormente, num outro processo que poderá existir da complementação das calçadas, aí sim poderão ter outras intervenções. Essa via terão baias para tráfego que não prejudicarão o trânsito. Muitas vezes os ônibus param e viram um gargalo do tráfego”, disse.
De acordo com o projeto, no sentido centro para a zona Norte será uma faixa exclusiva para carros e uma compartilhada por ônibus e ciclovia. O mesmo número de vias no sentido oposto, do Norte ao Centro. O projeto ainda prevê uma faixa central que será reversível e operada em dois sentidos, de acordo com o fluxo e contrafluxo. Para evitar o gargalo da Ponte de Igapó, a gestão municipal irá propor, em diálogo com o DNIT, a adoção de três faixas, sendo uma reversível.
“Quando a obra começar a ser executada, vamos ter uma das faixas dos lados da ponte velha, será interditada, e vamos ter, na verdade, seis pistas de rolamento restantes, uma na Ponte de Igapó e outras duas na Ponte Newton Navarro. Isso será para podermos deslocarmos o trânsito. E vamos usar rotas alternativas no bairro Nordeste, quando a intervenção estiver do outro lado da rua, por exemplo. Mas isso ainda está sendo estudado. Estamos fazendo quantificação do volume de trânsito nessas ruas para ver que soluções teremos. Mas, com toda certeza essas soluções serão divulgadas amplamente nas mídias para direcionar o fluxo de veículos”, analisa o secretário de mobilidade urbana de Natal, Paulo César Medeiros.
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