A administração de Paulo Suares (PT) à frente da Câmara de Mauá tem tomado decisões no sentido de apagar erros do passado e afastar, em definitivo, a imagem de bagunça administrativa na Casa. O último ato do petista – que assume interinamente a Prefeitura a partir de amanhã – foi o de implantar o sistema de pregão para licitações. Antes as contratações ocorriam somente por carta convite ou concorrência.
A Casa licitou no mês passado materiais para limpeza em que buscou o melhor preço global para todos os itens requisitados no edital. O lance mais em conta foi de R$ 136 mil. Porém, o corpo técnico do setor de compras, segundo Suares, identificou que a aquisição poderia ser mais barata se fosse dividida em lotes. “Mandei cancelar e refazer o processo e conseguimos arrematar os itens por R$ 62,7 mil. Estamos aplicando os princípios da economicidade”, disse o petista, destacando que a operação trouxe economia de R$ 73,3 mil.
Suares promove estudos para consolidar e facilitar o entendimento da legislação municipal com a revogação de, pelo menos, 144 leis aprovadas que sofreram Adins (Ações Diretas de Inconstitucionalidade), estuda mecanismos para cortar gastos com manutenção da frota de veículos e com materiais de escritório. A contragosto dos demais vereadores, o petista assinou TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) junto ao Ministério Público contra funcionários fantasmas. Controle de entrada e saída eletrônico, com reconhecimento biométrico, foi instalado para ampliar a fiscalização.
Questionado sobre a virtual organização se perder em próximos mandatos, Suares disse que projeta a Casa para o futuro. “Estamos escrevendo todos os procedimentos para deixar registrado. Antes não se fazia isso aqui. Os funcionários só sabiam como conduzir as coisas por boca, nada era documentado. Nós temos o dever de buscar a organização e cuidar para que a cidade receba melhorias”, discursou.
Inaugurado em 2005, o prédio em que funciona a Casa hoje é fruto do modelo de gestão adotado. A obra de R$ 3,5 milhões foi entregue com mais de 120 dias de atraso e apresentando problemas estruturais crônicos, como goteiras, infiltrações e no setor elétrico. Desde então, o edifício causa dores de cabeça aos presidentes do Legislativo. “Estamos buscando economizar para fazer reformas definitivas e não paliativas”, disse Suares.
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