Sistema vai focar licitações


A Auditoria Geral do Estado deve finalizar neste ano a implantação, em todas as ações governamentais, de um sistema de gerenciamento de risco. O principal “alvo” serão as licitações.

Conforme o auditor-geral do Estado, José Alves, a implantação do sistema tem o objetivo de tornar o serviço público mais eficiente. A ferramenta eletrônica vai apontar à AGE possíveis irregularidades.

Com a implantação de parte do sistema já foi possível economizar R$ 2,2 milhões que seriam pagos a servidores já falecidos.

Para fazer as análises, os campos do governo foram divididos em seis partes: contratos e licitações; pessoal; convênios e transferências; patrimônio e apoio logístico; financeiro e contábil; e obras.

José Alves afirma que a intenção é colocar 600 trilhas de cruzamentos de dados funcionando de forma integrada. Com a medida será possível, por exemplo, saber se um servidor público é dono de uma empresa que presta serviços ao Estado, o que é proibido por lei.

Segundo ele, atualmente este cruzamento de dados é feito manualmente, o que demanda muito tempo. Com o número reduzido de auditores - hoje são 71 - a situação fica ainda mais complicada.

Com a implantação do novo sistema, o governo receberá três tipos de alerta. O primeiro de que há indícios, o segundo, irregularidades, e o último, de que há riscos nas transações auditadas.

No campo das licitações, 38 bancos de dados com informações sobre as empresas serão cruzados durante o processo. O auditor-geral explica que será possível saber se há parentes participando de uma mesma licitação, se os donos de empresas são sócios em uma terceira, entre outras coisas que podem atrapalhar o certame e a economia do Estado.

No fim da implantação, será possível saber ainda se há uso exagerado de combustível em carros oficiais, fraude corriqueira, segundo José Alves. As diárias pagas a servidores também serão melhor monitoradas, na tentativa de evitar pagamentos desnecessários.

O programa custou ao governo R$ 1 milhão. O preço, considerado abaixo do esperado, só foi possível, segundo o auditor-geral, porque o Estado deve usar a estrutura e bancos de dados do próprio Cepromat.

Para gerenciar a implantação do sistema foi criada uma coordenadoria de inteligência na AGE. (TA)


07/01/2014

Fonte: Diário de Cuiabá

 

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