Nos últimos quatro anos, a Secretaria de Saúde gastou mais de R$ 1 bilhão com contratos emergenciais sem licitação. Os dados foram levantados pelo deputado distrital Chico Leite (PT), após analisar os gastos do GDF.
Um levantamento feito pela equipe do gabinete do deputado no Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo) revelou que a gestão da Saúde no último governo "foi marcada pela incorporação de mecanismos da iniciativa privada na gestão dos serviços públicos".
A situação ocorreu na gestão dos quatro governadores que passaram pelo Buriti nos últimos quatro anos – José Roberto Arruda, Paulo Octávio, Wilson Lima e Rogério Rosso.
A maioria dos contratos analisados foi firmado com hospitais particulares para uso de leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs); contratos de limpeza e conservação; vigilância ostensiva e fornecimento de alimentação hospitalar; clínicas de hemodiálise e de oftalmologia, além de verbas para a execução do Cartão Saúde.
"Todos serviços que deveriam ser executados na rede pública de saúde", considera Chico Leite.
A pasta, que hoje passa por um acompanhamento minuciosos pelo governo de Agnelo Queiroz, se destacou no ranking realizado pelo gabinete do distrital. Foi a área que firmou o maior número de contratos sem licitação. "Isso denota pouco controle sobre a aplicação dos recursos", explica um dos assessores do deputado petista.
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