O governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição pelo PMDB, Sérgio Cabral, disse não ter resposta para os R$ 81 milhões gastos sem licitação nas compras de medicamentos e equipamentos da Secretaria de Saúde e Defesa Civil no ano passado, durante entrevista ao RJ TV, da Rede Globo, na noite desta segunda-feira (23). Ele reafirmou, porém, que o Estado está fazendo uma auditoria sobre o caso, denunciado em julho pelo próprio RJ TV.
O caso é investigado pelo Ministério Público, que já considerou "provado o superfaturamento", ao constatar preços acima do mercado, além de fornecimento por uma firma com sede em um paraíso fiscal dos Estados Unidos.
Questionado se houve má-fé na compra ou se foi um negócio mal feito, Cabral frisou que "eram 63 insumos dos quais foram identificados três, que estavam dentro da tabela do Tribunal de Contas do Estado e Fundação Getúlio Vargas (TCE/FGV), o preço (da gaze) era maior que o de São Paulo, por isso (...) nós mandamos investigar", afirmou.
Cabral disse ainda que "hoje, mais de 80% das compras da Secretaria de Saúde são feitas por pregão eletrônico, o instrumento mais transparente que você pode ter numa gestão pública", acrescentando que este modelo não era usado nos governos anteriores.
Perguntado se havia alguma resposta da investigação interna do Governo, respondeu que "hoje, nesse momento, agora, não".
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