Os projetos fazem parte de edital de parcerias público-privadas (PPPs), que deve ser licitado até o fim de dezembro. O cálculo inicial prevê investimento de cerca de R$ 1 bilhão.
Segundo ele, entre as empresas interessadas estão Bairro Novo (Grupo Odebrecht); MPE e Impacto Gouvea, que integram o consórcio Reviva; Brookfield Empreendimentos Econômicos; Instituto Urbem; e Citadd Empreendimentos Imobiliários. Os imóveis estão localizados em 13 distritos do centro expandido de São Paulo. "Esperamos que esses imóveis irradiem o desenvolvimento para essas regiões que também se encontram sem uso correto", disse Iapequino.
A proposta é que 90% das 10 mil moradias sejam destinadas para famílias com renda de até R$ 1,8 mil, que possuem dificuldade de financiamento no mercado. O projeto de PPP, de acordo com Iapequino, deve ser replicado em outras 40 mil unidades em outros São Paulo, Baixada Santista e Campinas. "Vamos ampliar esse mesmo modelo para moradores de favela e áreas de risco", disse.
14/11/2012
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