A Receita Federal deu a partida para a principal licitação de scanners para contêineres do mundo. Trata-se da compra de 37 equipamentos de grande porte, que vão permitir a fiscalização de até 40% do fluxo de mercadorias que entram e saem do país, inibindo assim o tráfico de armas e drogas. Avaliada em mais de US$ 250 milhões, a disputa envolve quatro consórcios estrangeiros – dois americanos, um inglês e um chinês.
O processo da licitação vem sendo adiado há dois anos por conta de diferentes pedidos de suspensão na justiça. Houve até empresa de comércio de eletrônicos que conseguiu paralisar o andamento da compra dos scanners. Enquanto isso, as fronteiras do país continuam com apenas dois aparelhos do tipo, um em Cubatão (SP) e outro em Navegantes (SC).
No começo do ano, a Polícia Federal apreendeu um carregamento de quatro toneladas de cocaína no Porto de Paranaguá (PR), avaliado em R$ 700 milhões, com um equipamento inferior ao que vai ser comprado na licitação. Isso mostra que, não fosse a demora na licitação, vidas como a dos dois policiais mortos na queda do helicóptero no Rio poderiam ter sido poupadas. Além disto, a partir de 2012, os Estados Unidos só vão aceitar mercadorias que passarem por esse tipo de scanner no país de origem.
Guilherme Barros
31/10/2009
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