Sem oxigênio suficiente no reservatório que armazena 10 mil metros cúbicos no Hospital Municipal a pressão no sistema que leva o insumo até os pacientes na UTI caiu e um alarme foi acionado. O susto ocorreu no fim de semana em Maringá.
Mas a situação acendeu o alerta: a cidade precisa de um plano B em caso de falta de oxigênio.
O consumo aumentou demais. O secretário de Comunicação Marcos Cordiolli diz que a demanda em fevereiro foi de 120 mil metros cúbicos. Mais de seis vezes o consumo normal. E a previsão é chegar a 150 mil metros cúbicos este mês.
A primeira providência será instalar um novo tanque para armazenar oxigênio no HM. Também será aberta uma licitação para a construção de uma usina. Maringá poderá produzir o próprio oxigênio. Mas essa saída deve levar dois meses. O tanque será instalado imediatamente. E a empresa que fornece oxigênio, que é de Telêmaco Borba, se comprometeu em aumentar a oferta do produto.
O secretário afirma que não faltou oxigênio no Hospital Municipal, mas a pressão só voltou ao normal depois que o reservatório foi reabastecido. O excedente produzido pela usina que será construída na cidade vai abastecer o Hospital da Criança.
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