A prefeitura da Estância Turística de Olímpia dá mostras de que este ano deverá implantar um programa de castrações de cães e gatos, ao contrário do ano passado, quando este serviço não foi realizado, embora se tenha anunciado a castração de 100 animais, presumivelmente com recursos públicos, mas que o Governo Municipal, até agora, não assumiu como obra sua.
Na semana passada foi chamado para assumir o cargo de veterinário do município, o profissional Marcus Diogo Gouveia da Costa Arantes, aprovado no concurso público realizado ainda em 2011. Sua nomeação se deu a partir do dia 22 de janeiro. O cargo de Médico Veterinário, consta da Lei Complementar nº 138, de 11 de março de 2014.
Tão logo Marcus Arantes foi chamado para ocupar a vaga, ele foi cedido para a Daemo Ambiental, onde exercerá sua função, dentro do Setor de Meio Ambiente daquela Superintendência.
Ao mesmo tempo, o Governo Municipal, por meio da Daemo Ambiental, lança a Licitação na modalidade Pregão Presencial para Registro de Preços (nº 04/2018), com o objetivo de registrar preços para “prestação de serviços veterinários relativos à execução de procedimento cirúrgico de castração canina e felina em fêmeas, para atender às necessidades do município (...)”. A abertura dos envelopes está agendada para dia 7 de fevereiro, às 9h30.
No ano passado, o Executivo Municipal também propôs uma licitação para castração, mas ao final, segundo consta por questões mais políticas que técnicas, a empresa que havia vencido o certame teria sido desclassificada e o certame foi cancelado, em outubro. E agora, esta contratação de Arantes pode vir a demonstrar, também, que o município sequer tinha um veterinário em seu quadro de efetivos.
FALHA TÉCNICA
Por uma falha técnica ocorrida durante a montagem das páginas do jornal na edição de sexta-feira passada, dia 27 de janeiro, os dois parágrafos finais da matéria “Município não castra e deixa ONG ‘falando sozinha’”, inserida na página 5, saíram truncados. O texto original é o que segue abaixo:
“A redação do Planeta News reiterou, na terça-feira, o pedido de informações que viessem esclarecer, de forma oficial, esta questão, se houve de fato campanha de castração no ano passado. Porém, mais uma vez, obteve como resposta o silêncio profundo.
Mas o jornal ainda aguarda a manifestação de quem de direito, se não para responder às oito questões, para responder pelo menos quatro: 1 - Foram realizadas castrações em cães e gatos no ano passado? Se não, por quê? Se sim, quando e em que circunstâncias. 2 - Quantas foram feitas? 3 - Em qual local? 4 - Qual foi a verba destinada para esta operação?”.
05/02/2018
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