Cinco empresas se inscreveram para fazer uso da área da antiga rodoviária, em Ribeirão Pires. O número ficou abaixo do projetado pelo prefeito, Clóvis Volpi (PV), - que havia afirmado que cerca de dez investidores tinham manifestado interesse em participar do processo -, mas não desagradou a administração.
"O resultado foi ótimo, tendo em vista a proposta que foi apresentada pela cidade. Não adianta quantidade de 20, 30 investidores sem capital hábil", considerou o secretário de gabinete, Nono Nardelli.
O local será utilizado para construção de shopping center com mais de 50 lojas e praça de alimentação com 320 lugares. A área será doada pelo Executivo, inicialmente, por 20 anos. A abertura dos envelopes com os documentos solicitados no pregão inicial foi realizada ontem, na Prefeitura.
De acordo com o edital, a construtora vencedora será aquela que destinar maior percentual do aporte proveniente da locação das lojas. O mínimo exigido é de 15%. "O retorno vem ao longo dos anos", ponderou Nardelli. Toda construção e manutenção do imóvel serão de responsabilidade da vencedora.
Das empresas participantes, três são de Mauá, uma é de Rio Grande da Serra e outra de Mairiporã. "Se tiver tudo certo com as declarações protocoladas pelas concorrentes, talvez na semana que vem eu já consiga abrir o processo de tomada de preço e dar conhecimento de quem venceu", afirmou Eduardo Pacheco, que presidiu a abertura dos envelopes.
PLEITEANTE
O segundo envelope aberto na reunião de ontem trazia a candidatura da Bonome Comércio de Peças e Prestação de Serviços. A empresa pertence a Beatriz Aparecida Bonome, irmã de Nilson Bonome, homem-forte do governo de Aidan Ravin (PTB), em Santo André. "Não faço mais parte desse negócio", ressaltou o secretário andreense.
Bonome era sócio da empresa até março do ano passado. "Por conta do meu trabalho em Santo André vendi a minha parte", analisou. Cláudio Ronaldo Matos, cunhado do secretário (casado com Beatriz) foi quem adquiriu a parcela que cabia ao político.
De acordo com o secretário, sua irmã, que atualmente comanda as tratativas, tem experiência na construção de centros comerciais. "Quando ganhei a licitação para construir o Shopping Popular em Mauá, ela já era minha sócia", lembrou. O empreendimento citado pelo secretário é de 2007, ou seja, época em que estava fora da vida pública.
Mas a companhia carrega em seu currículo diversos campos de atuação. Comércio varejista de peças automotivas, paisagismo, artes cênicas e espetáculos estão entre as áreas que, de acordo com registro da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), a empresa já atuou.
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