A Câmara de Diadema publicou ontem edital de licitação para contratar a empresa que executará reforma parcial do prédio. A principal mudança prevista está no plenário da Casa, onde ocorrem as sessões às quintas-feiras, que será transferido do segundo andar para o primeiro.
Segundo Jacques Chasyna, secretário de Administração e Finanças do Legislativo, a licitação se dará por pregão eletrônico - modalidade que visa a aquisição de bens e serviços por meio de recursos em Tecnologia de Informação.
Pela legislação, a fase de contratação da empreiteira se dará em oito dias úteis. "O pregão é a forma mais transparente de contratação e é coordenado pelo Banco do Brasil", defendeu o secretário.
Caso o processo licitatório transcorra sem nenhum problema, a previsão é que as obras sejam iniciadas no dia 15. A partir da reforma, as sessões ordinárias serão transferidas para a Fundação Florestan Fernandes, entidade pública ligada à Prefeitura de Diadema e que oferece cursos de qualificação profissional. A data ainda não está definida.
O presidente da Câmara, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), defende a mudança do plenário para melhor segurança da população. "No ponto de vista de logística, a reforma é fundamental. Construiremos uma saída de emergência com saída para a rua, o que hoje não existe", apontou.
O setor de administração que atualmente funciona no primeiro andar subirá para o segundo pavimento, onde hoje ocorrem as sessões ordinárias.
POLÊMICA - A última reforma na Câmara de Diadema ocorreu em 2003, quando o ex-vereador Marco Antonio Ernandez, o Marquinhos (PT), era o presidente. A obra, que na época foi polêmica e teve acusações de superfaturamento, foi entregue em dezembro, enquanto o contrato previa junho. O custo inicial era R$ 809 mil.
Além da instalação do elevador para atender os três andares, fachada e recepção passaram por reformulação, e jardins foram espalhados pelo prédio.
A licitação da reforma foi feita durante o mandato do vereador Maninho como presidente da Casa.
CAIXA - Na segunda-feira à tarde, o presidente da Câmara assina contrato com a Caixa Econômica Federal para prestação de serviços . A instituição financeira ficará responsável, entre outras funções, pelo pagamento da folha salarial dos 182 servidores da Casa, além de vereadores e assessores.
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