O presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo, João Carlos de Luca, cobrou da ANP (Agência Nacional do Petróleo) novas rodadas de licitação de áreas de exploração de óleo e gás, interrompidas nos últimos anos desde o advento do pré-sal.
"Estamos no limite do limite. Sem rodadas, não haverá novos investimentos", disse, durante a abertura da conferência Rio Oil & Gas.
Para ele, os investimentos no setor já estão travados e não voltarão a ocorrer sem que a ANP promova as licitações, que atraem empresas e tecnologia ao país.
A ausência das rodadas, diz, penaliza especialmente as pequenas e médias empresas operadoras independentes de óleo e gás, que dependem das licitações de blocos de menor valor para se inserir no mercado.
Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Eugência Gouvêa Vieira, afirmou que a falta de licitações e a exigência de a Petrobras ser a operadora única das áreas do pré-sal limita e posterga investimentos no país.
Segundo ele, os campos poderiam ser explorados paralelamente por outras companhias, e não ficarem reservados apenas à estatal.
A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, por sua vez, se mostrou otimista e disse que o país será um "grande exportador do petróleo" nos próximos anos, com volumes de exportações semelhantes às de Angola e Noruega, graças ao pré-sal.
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