A prefeitura de Ijuí, no noroeste do Rio Grande do Sul, decidiu nesta terça-feira rescindir o contrato com a empresa que faz a coleta e o transporte de lixo na cidade. A alegação é que a PRT Prestação de Serviços Limitada não estava atendendo as cláusulas firmadas no contrato.
O prefeito Fioravante Ballin (PDT) anunciou que uma empresa será contratada emergencialmente pelo prazo de seis meses. Nesse período, será organizada uma licitação para se contratar nova empresa responsável pela coleta do lixo. Naturalmente, a auditoria externa do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul nada sabe, nada viu, nada investiga. É sempre assim, o caderninho do Programa de Qualidade Total do Tribunal de Contas absolutamente não prevê que os auditores auditem, em primeiríssimo lugar, em suas tomadas de contas, aquele que é o maior contrato de qualquer prefeitura do Brasil, o contrato de lixo. Mas, mesmo que os auditores resolvessem investigar, passaria uma manada de elefantes debaixo dos olhos deles, porque não entendem um ovo a respeito do serviço de coleta de lixo. Esses auditores do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul são os mesmos que deixaram a administração petista de Porto Alegre conduzir criminosamente a questão do lixo da capital gaúcha durante 12 anos. Nunca viram nada. Muito conveniente... A questão é: por que os gaúchos devem seguir pagando, e caríssimo, por uma auditoria que não audita?
21/10/2009
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