BRASÍLIA, 21 Ago (Reuters) - O governo ainda não concluiu as análises sobre a modelagem que usará nas licitações dos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), disseram à Reuters duas fontes que acompanham o assunto.
Há uma divisão no governo entre a manutenção do modelo de concessão -no qual as empresas privadas são majoritárias na concessionária-- e o de Parceria Público-Privada (PPP), pelo qual o capital privado seria sócio minoritário da estatal Infraero.
Enquanto a Secretaria de Aviação Civil prefere a concessão pura, mas com aperfeiçoamentos em relação ao leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF), outras áreas do governo preferem as PPPs -entre elas, segundo uma fonte, estaria o Ministério da Fazenda.
Como ainda existem dúvidas, o governo já iniciou um processo de sondagem junto aos operadores privados de aeroportos para saber se há interesse deles na proposta de serem sócios minoritários da Infraero em alguns terminais.
De qualquer modo, ainda não há uma data para o anúncio de novas concessões (ou PPPs) nos aeroportos. O mais provável, agora, é que isso aconteça em setembro.
Na semana passada, o governo anunciou novas concessões de rodovias e ferrovias. O próximo passo seria as licitações de portos, mais adiantadas, e de aeroportos.
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