RIO DE JANEIRO - Com um olho no que foi prometido e outro no que está sendo realizado pelas petroleiras, o governo está revendo um ponto do modelo de licitação de áreas. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) estuda como mudará a fórmula que trata o conteúdo nacional como um fator determinante no arremate nos blocos exploratórios.A idéia é manter níveis elevados de nacionalidade de máquinas, equipamentos e serviços como nas últimas duas rodadas, realizadas no governo atual. A diferença é que a vantagem das empresas que oferecem conteúdo acima do mínimo exigido deverá ser menor daqui para frente."Percebemos que uma pequena diferença apresentada resulta em grandes vantagens para a empresa ofertante no leilão", revela o diretor da ANP, John Forman. Segundo ele, a Petrobras perdeu a disputa do bloco CN71 no ano passado para um consórcio liderado pela Devon por apenas 2 pontos percentuais. O consórcio propôs contratar 81% dos bens e serviços realizados nas áreas em território nacional, enquanto que a Petrobras teria apresentado cerca de 79% de conteúdo mínimo nacional."Vamos tentar evitar que uma empresa assim ganhe por tão pouco uma área", disse ele, ressalvando, contudo, que não foi constatado pela reguladora qualquer tipo de irregularidade pelas petroleiras.
24/02/2005
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