O Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER/MG) divulgou nesta semana a data da audiência de licitação da empresa que fará a reforma da Escola Estadual Delfim Moreira, em Juiz de Fora.
O aviso de licitação foi divulgado no Diário Oficial do Estado na última quarta-feira (6). As empresas que queiram participar da licitação têm até as 17h do dia 11 de julho para enviar as propostas. O valor total do edital é de aproximadamente R$ 10 milhões.
No trecho, a data da abertura dos envelopes foi marcada para o dia 12 de julho, às 9h30, no edifício sede do departamento na Avenida dos Andradas, em Belo Horizonte.
O edital prevê a reforma do prédio, localizado na Avenida Barão do Rio Branco, no Centro da cidade. Segundo a Secretaria de Estado de Educação, o lançamento do edital estava previsto para o mês de abril, mas foi publicado apenas nesta semana.
A empresa vencedora da licitação terá 720 dias para começar a executar os serviços. O colégio funciona atualmente em um espaço alugado na Rua Santo Antônio, onde são gastos cerca de R$ 40 mil por mês de aluguel.
Cobrança pela obra
O Palacete foi construído para ser casa de verão da Família Imperial, porém, Dom Pedro 2º recusou o presente. Em 1907, passou a abrigar as escolas Estaduais José Rangel, Delfim Moreira e Estevão de Oliveira, os "Grupos Centrais".
Tombado como patrimônio histórico municipal, o imóvel está fechado desde o segundo semestre de 2013, por problemas estruturais. Os alunos foram transferidos para outro prédio, na esquina das ruas Santo Antônio com Fernando Lobo, onde são gastos cerca de R$ 44 mil por mês com aluguel, segundo informações do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute).
A Secretaria explicou que esse prédio é o único local disponível nas proximidades da edificação original com espaço suficiente e estrutura mais adequada para receber uma unidade escolar com o volume de estudantes.
Em diversas reportagens, o G1 e o MGTV relatam a preocupação da comunidade escolar com a deteriorização do prédio,onde há pichações, rachaduras, infiltrações e mato, como nesta reportagem de 2015. Manifestações de alunos e professores cobraram a obra em 2016 e em 2017. Uma comissão formada por pais alunos e professores foi criada para cobrar as reformas.
Em uma das matérias feitas em 2016, a SEE esclareceu que, por ser um prédio tombado, o projeto de reforma e restauração era mais complexo e detalhado.
Em agosto de 2017, durante uma audiência pública na Câmara Municipal, a Secretaria informou que o projeto arquitetônico, no valor de R$ 262 mil, desenvolvido pela empresa Urbana Arquitetura e coordenado pelo DEER-MG estava em andamento.
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