A edição do jornal Correio do Estado traz reportagem mostrando que, com a licitação vencida há um ano e meio e superlotação nos três cemitérios públicos de Campo Grande, a Câmara Municipal e entidades que trabalham no setor cobram soluções imediatas da Prefeitura de Campo Grande. Sem áreas para a construção de um novo cemitério, a verticalização e criação de crematório é apontada como o caminho.
“Hoje a situação caminha para um ponto insustentável, e olha que discutimos isso há anos”, lamentou Haroldo Borralho, do Fórum Municipal de Meio Ambiente, uma das entidades que começou o debate sobre o tema na cidade. “O que precisamos é de uma concessão pública mais rigorosa, e também a verticalização das vagas”, emendou.
De acordo com a reportagem de Vinícius Squinelo, são dois temas diferentes, mas que se “casam”. Por um lado, a concessão para empresas explorarem o serviço funerário na Capital; de outro, a administração dos três cemitérios públicos da cidade – Cruzeiro, Santo Antônio e Santo Amaro – de responsabilidade da prefeitura.
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