O superintendente executivo de Administração Penitenciária, coronel Victor Dragalzew, falou à imprensa nesta terça-feira (4), e disse que não faltam tornozeleiras eletrônicas em Goiás.
O secretário conversou com jornalistas depois do episódio em que o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), deixou a carceragem da Polícia Federal, em Brasília, e foi encaminhado para Goiânia para receber a tornozeleira eletrônica.
“Estamos atendendo todas as determinações judiciais”, disse. “O que existem são entraves técnicos, uma vez que são poucas empresas que fazem esse tipo de serviço e o equipamento precisa de manutenção”, disse Dragalzew.
Em entrevista à repórter Giuliane Alves, da 730, Dragalzew diz que o deputado não colocou o tornozeleira em Brasília porque o Distrito Federal não dispõe do equipamento.
“Brasília não tem esse tipo de prestação de serviço. Porém, segundo o Departamento Nacional Penitenciário (Depen), já um processo de licitação para implementar essa atividade no Distrito Federal”, afirma.
Ainda de acordo com superintendente, Goiás possui atualmente 950 pessoas monitoradas por meio de tornozeleira eletrônica, e que outros 5 mil exemplares do equipamento serão adquiridos por meio de licitação, que já está em curso.
Cada tornozeleira eletrônica custa, em média, aos cofres públicos, R$ 283, o que geraria um gasto de mais de R$ 1,4 milhão.
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