Usuários do transporte público que dependem das linhas operadas pelas empresas Massayó e Piedade ficaram mais tempo nos pontos de ônibus na manhã desta terça-feira (26) devido a um atraso para os veículos saírem da garagem. O motivo foi a discussão sobre a absorvição dos trabalhadores das empresas de ônibus que não venceram o processo de licitação na capital.
No total seriam mais 804 funcionários que perderiam seus empregos com o encerramento das atividades da Massayó e Piedade. Durante a assembleia, o Sindicato dos Rodoviários de Alagoas (Sintro/AL) apresentou aos trabalhadores o resultado do acordo feito com as empresas no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
A Cidade Maceió, que integra o grupo da Piedade e Massayó, irão empregar 340 funcionários entre motoristas, cobradores e administrativo. Segundo o presidente do Sindicato, Élcio Ângelo, a Real Alagoas acordou em contratar 400 pessoas, a Veleiro 24 trabalhadores e a São Francisco mais 60.
Dessa forma, segundo ele, mais de 800 pessoas não ficaram fora do mercado de trabalho. Na assembleia, os trabalhadores discutiram ainda o pagamento das rescisões, que será efetuado em 10 parcelas iguais.
“Ficou garantido todos os direitos a esses trabalhadores como FGTS e pagamento da multa de 40%. A proposta ficou acordada pelo TRT e foi aprovada por unanimidade pela categoria”, disse Ângelo.
Os ônibus voltaram a circular na cidade normalmente a partir das 6h40.
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