Será publicado nesta sexta-feira (4) o edital de licitação para contratação da empresa que será responsável pela obra de revitalização do Calçadão.
O projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Marcelo Pala e aprovado pelo Comgic (Conselho Municipal Gestor da Ilha Central), formado por sete Secretarias Municipais e entidades como a Acirp, CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Sincomércio (Sindicato do Comércio Varejista), entre outras entidades.
A obra é considerada uma grande intervenção que deve mudar radicalmente a região central, que recebe cerca de 2 milhões de consumidores por mês. “Mais do que uma mudança física no Calçadão, vamos implantar em toda a área central da cidade uma proposta de valorização econômica, financeira e imobiliária. Do novo Calçadão, vamos expandir as mudanças de urbanização pelas ruas vizinhas”, define o prefeito Valdomiro Lopes.
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Negócios de Turismo, Carlos de Arnaldo Silva Filho, que preside do Comgic, considera o projeto inovador. “Desde 2009 implantamos shows e eventos com artistas locais, as floreiras foram reformadas e a segurança está mais presente. Agora vamos fazer melhor ainda”, destaca.
Uma das principais parceiras da Prefeitura nessa empreitada é a Acirp, que adquiriu o projeto do arquiteto Marcelo Pala e doou para o poder público. “Investimos RS 70 mil para a compra desse belo projeto e doamos para a Prefeitura. Assim, os 3,1 mil associados da Acirp reforçam a vontade de fazer de Rio Preto um lugar de mais oportunidades e de mais geração de emprego e renda”, afirmou o presidente da Acirp, Maurício Bellodi.
De acordo com o arquiteto Marcelo Pala, o projeto foi baseado em três grandes conceitos: o vínculo com a identidade de Rio Preto, ou seja, a Rio Preto dos anos 50 e 60, com seus namorados, coretos e passeios; a restauração econômica e imobiliária da região, aliada ao turismo e ao passeio; e a concorrência positiva com os shoppings, atraindo todas as classes sociais para o Calçadão.
“A terceira idade será privilegiada e as crianças também. Teremos grandes áreas de descanso, com sombra, bancos e espaço para brincadeiras”, explica o arquiteto. Segundo ele, as lojas serão orientadas a investir em vitrines, deixando os produtos, como roupas e calçados, à mostra.
Antigo pedido dos comerciantes locais, o trânsito será liberado no Calçadão. “Vamos fazer novamente as ruas, mas que serão abertas e fechadas, de acordo com a necessidade e ocasião, por meio de cancelas”, disse Marcelo Pala.
A implantação da primeira fase do projeto vai contemplar toda a extensão da rua Tiradentes, entre as avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt, e no cruzamento entre a rua Bernardino de Campos (entre as ruas Siqueira Campos e Silva Jardim) com a rua Jorge Tibiriçá (entre as ruas General Glicério e Voluntários de São Paulo). O investimento será de R$ 5 milhões, sendo R$ 2 milhões vindos do Ministério do Turismo e R$ 3 milhões de recursos da Prefeitura.
A previsão é que as obras acabem até o final de novembro, liberando estes locais para o movimentado final de ano do comércio. Entre os pedidos dos comerciantes, o prefeito Valdomiro Lopes lembrou que se comprometeu que a empresa que vencer a licitação das obras deve tratar o assunto como prioridade, trabalhando aos sábados e domingos, inclusive durante a noite. Foi pedido também que cinco dias antes das comemorações do Dia das Mães e do Dia dos Pais as obras sejam interrompidas para não atrapalhar as vendas.
Entre as principais inovações são as caixas de passagem subterrâneas para a fiação. Não será possível ‘enterrar’ todas os fios do Calçadão, mas grande parte poderá ser escondida, melhorando o visual e aumentando a segurança. O arquiteto Marcelo Pala explica que o plano é que esta mudança visual vá crescendo pelo Centro de Rio Preto.
“Depois do Calçadão, vamos implantar este novo conceito no quadrilátero entre as avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt e as ruas Pedro Amaral e Independência. Teremos um verdadeiro grande shopping Center a céu aberto”, diz ele.
As mudanças no Calçadão envolvem também, além da abertura de ruas, investimento nas vitrines das lojas e passeio público, a restauração das praças, alargamento e cobertura de calçadas com marquises, padronização de letreiros, criação de baias para embarque e desembarque, interligação de lojas com totens e a criação de uma praça de alimentação a céu aberto.
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