Ainda que diante de alguns impasses por conta de opiniões divergentes, o Bus Rapid Transit (BRT) terá o edital de licitação publicado em abril. O modal tem prazo de 24 meses para conclusão da obra e irá substituir o VLT (Veículo Leve Sob Trilhos), que segundo o Governo do Estado é financeiramente inviável.
Em nota enviada ao PNB Online, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) afirma nesta segunda-feira (22.02) que os próximos passos para efetivação da licitação compreendem na: conclusão do plano funcional, com a definição da rede de transporte de Cuiabá, Várzea Grande e o transporte intermunicipal, bem como a elaboração do anteprojeto com as adequações necessárias para posterior preparação e lançamento do edital de licitação.
Para a implantação de toda a infraestrutura do BRT, o Governo do estado se responsabilizará pela realização das obras: corredor segregado, as estações e terminais, os sistemas de monitoramento de frota e segurança e a aquisição dos ônibus movidos a eletricidade.
Os investimentos estimados serão de R$ 430 milhões, com aquisição de 54 ônibus elétricos. Estudo apresentado aponta economia de pelo menos R$ 333 milhões de reais na comparação entre o BRT e o VLT.
Outro ponto de vantagem seria a tarifa mais acessível, enquanto era estipulado R$ 5,28 para o VLT, para o novo modal o previsto é uma tarifa de R$ 3,04.
Sobre o VLT
Seis anos após a paralisação, as obras mal saíram do papel e a Avenida da FEB, em Várzea Grande, ainda permanece com o canteiro em toda sua extensão completamente destruído, com pontos de obras inacabadas e diversos blocos de concreto que permaneceram abandonados por conta do VLT.
O modal foi idealizado na gestão do ex-governador Silval Barbosa (sem partido), em 2012. Silval deixou o governo sob fortes denúncias de corrupção e chegou a ser preso por desvios milionários. Atualmente, cumpre pena restritiva de liberdade com tornozeleira eletrônica. Pedro Taques (PSDB) também comandou o Estado de 2015 a 2019, no entanto, não apresentou soluções para o VLT.
Plebiscito
Contrário ao modal e em defesa do plesbicito para que a população possa definir entre a finalização do VLT ou a substituição pelo BRT, o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) critica atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Segundo Pinheiro, a inércia dos deputados estaduais para criação do plebiscito é “absurda”, uma vez que para realização da votação popular são necessárias apenas oito assinaturas.
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