Na semana passada, projetos de geração de energia a partir de carvão voltaram a ser ofertados ao mercado depois de quatro anos de exclusão. As três térmicas a carvão não tiveram sua energia comercializada, mas mostram que a fonte é uma opção em meio à falta de disponibilidade de gás natural para usinas termelétricas e à necessidade de ampliar a segurança do sistema. Já no leilão A-3, a ser realizado em novembro, pela primeira vez, serão abertos cadastros para projetos de geração de energia solar e usinas que produzam energia a partir de resíduos sólidos urbanos ou biogás de aterro sanitário. O que pode marcar o início da expansão da fonte solar na matriz elétrica nacional. Também será a primeira vez que as eólicas participarão de um leilão A-5. Para o presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), Mauricio Tolmasquim, esses são sinais de que o governo trabalha para diversificar a matriz energética, que ainda mantém uma posição invejável: o país tem uma das matrizes mais limpas do mundo. As fontes renováveis representam mais de 80% da energia elétrica produzida no Brasil. O desafio será manter esses números, diante das dificuldades crescentes em licitar empreendimentos hidrelétricos, cuja aceitação tem sido baixa. Mesmo usinas sem impacto em áreas indígenas e sem reservatórios, como a de São Manoel, no rio Teles Pires, têm enfrentado obstáculos para seguir em frente.
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