Diante do risco de novo fracasso do leilão do trem-bala, o governo decidiu incluir os Correios como sócio de um dos consórcios que disputarão a licitação e também como usuário do serviço de transporte de cargas da linha de alta velocidade entre Rio e São Paulo, informam Leonardo Souza e Andreza Matais, em reportagem na Folha desta quinta-feira.
Com a medida, o Planalto pretende tornar o empreendimento mais atraente em bilhões de reais. A entrega de correspondências e mercadorias entre as duas maiores cidades do país representa 50% do faturamento da estatal, de R$ 13 bilhões em 2010.
O novo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, confirmou à Folha que recebeu a incumbência do projeto do ministro Paulo Bernardo (Comunicação) e que já procurou o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Bernardo Figueiredo.
Para incluir os Correios, é preciso haver uma alteração no edital -o que pode adiar novamente o leilão previsto para abril. Segundo a Folha apurou, a ANTT já adiantou ao Planalto que é viável.
Pinheiro disse que o projeto é do interesse dos Correios, pois torna a entrega de correspondências no eixo Rio-São Paulo mais barata e eficiente.
"É certo que os Correios serão demandantes de um transporte com muito menor impacto ambiental, com menos riscos de acidentes e atrasos."
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