Rio de Janeiro O consórcio Maracanã S.A., liderado pela empresa IMX, do empresário Eike Batista, apresentou a maior proposta financeira na licitação do complexo esportivo formado pelo Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, e pelo Ginásio Esportivo Gilberto Cardoso, o Maracanãzinho. O grupo, que também conta com as empresas Odebrecht Participações e AEG Administração de Estádios do Brasil, ofereceu R$ 5,5 milhões por ano para administrar e explorar o complexo, totalizando R$ 181,5 milhões durante os 35 anos da concessão (dos quais dois, isentos de pagamento).
O consórcio Complexo Esportivo Cultural do Maracanã, formado pelas empresas OAS, Amsterdam NV e Lagardère Unlimited, ofereceu proposta inferior, de R$ 4,7 milhões por ano, totalizando R$ 155 milhões pelo período total da concessão.
A apresentação das propostas foi finalizada no início da tarde, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. A proposta de maior valor não significa vitória automática do grupo liderado pela IMX. Segundo o edital de licitação, o preço tem peso de 40 e a parte técnica tem peso de 60.
Enquanto as propostas eram reveladas, do lado de fora do palácio um protesto formado por integrantes da organização Comitê Popular Rio, que lidera a campanha O Maraca é nosso, marcou o lançamento da Consulta Pública Popular do Maracanã, para discutir as propostas de uso do complexo.
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