QUITO (Reuters) - A prefeitura de Quito anunciou nesta terça-feira que um consórcio formado pela Odebrecht e pela espanhola Acciona venceu um contrato de 1,538 bilhão de dólares para construção da segunda fase do metrô do capital equatoriana.
A definição da disputa, que elegeu a oferta de menor custo, aconteceu após vários atrasos na negociação e problemas para obtenção de financiamento, que chega a 2 bilhões de dólares, incluindo duas fases do projeto, compra de material rodante e imprevistos.
A segunda fase do metrô de Quito inclui túneis subterrâneos, garagens e 13 estações. O contrato será assinado em 60 dias, após o consórcio obter garantias para implementação do projeto.
As autoridades pretendem que o trajeto de 22 quilômetros seja feito em 34 minutos e que o sistema transporte cerca de 400 mil passageiros por dia.
A Odebrecht está envolvida na investigação Lava Jato, da Polícia Federal, que apura escândalo de corrupção na Petrobras e em outras estatais, mas as autoridades equatorianas não viram problemas na participação da companhia na licitação.
A primeira fase do projeto foi construída pela Acciona. A construção da segunda fase terá um prazo de 36 meses.
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