Com decreto, Prefeitura quer destravar licitações e aportar dinheiro para combater dengue


O decreto de situação de emergência publicado na manhã desta sexta-feira (8), pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, quer destravar processos licitatórios para compra de insumos e possibilitar aporte de recursos emergenciais da União e do governo do Estado para combater arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.

De acordo com a Sesau, o decreto possibilita tanto a utilização de recursos financeiros para a contratação de mais profissionais para plantões nas UPA (Unidades de Pronto Atendimento), como intensificar o trabalho de equipes de agentes comunitários de saúde, de forma menos burocrática e mais célere. Ainda segundo a Sesau, o decreto terá validade de 180 dias, podendo ser prorrogado.

O decreto, no entanto, é apenas o primeiro passo. A partir da publicação, um plano operativo, que condiciona os termos logísticos de atuação da Sesau, deverá ser elaborado e, a partir da homologação da situação de emergência pela Defesa Civil, é encaminhado ao Ministério da Integração para reconhecimento federal. A Sesau não destacou, ainda, a quantia que deverá ser pleiteada nos executivos estadual e federal.

Porém, em relação ao destravamento dos processos licitatórios, a Prefeitura deverá utilizar recursos próprios, que serão empregados especificamente na compra de insumos como soro, seringa, analgésicos e demais materiais e medicamentos costumeiramente utilizados no tratamento médico para arboviroses.

Atualmente, Campo Grande vive uma epidemia de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o que ocorre quando o município alcança a marca de 300 casos para cada 100 mil pessoas. Na Capital, já somam-se 7.530 notificações em janeiro e fevereiro, dos quais quase mil já foram confirmados, com um óbito em janeiro.

“Queremos agilizar o atendimento para a população porque já estamos prevendo um aumento de demanda muito grande”, declarou Marquinhos, em coletiva de imprensa realizada no último dia 25 de fevereiro.

Epidemia
A última epidemia registrada em Campo Grande foi em 2016, quando somente em janeiro e fevereiro houve 19.300 casos da doença. Naquele ano, foram contabilizados 32.964 casos. Conforme a administração municipal, o vírus que está em circulação é do tipo 2 e já provocou vários casos de dengue hemorrágica nos anos de 2009 e 2010.

Por apresentar evolução rápida, com quadro de piora de três a cinco dias, exige que as pessoas procurem atendimento médico assim que surgirem os primeiros sintomas. Os maiores riscos são para idosos e crianças menores de 10 anos.


08/03/2019

Fonte: MidiaMax

 

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