BUENOS AIRES (Reuters) – A Argentina vai licitar por um ano a dragagem e manutenção do rio Paraná, principal via de saída dos embarques do país que é grande exportador mundial de alimentos, e neste período será preparada uma segunda concessão mais longa, disse nesta terça-feira o ministro dos Transportes, Alexis Guerrera.
A Argentina é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja e o terceiro maior de milho. Cerca de 80% de seus embarques agrícolas saem pelo rio Paraná, cuja margem fica em um importante complexo portuário e com gigantescas plantas de processamento de grãos.
Atualmente, a manutenção da navegabilidade do Paraná é feita pela belga Jan de Nul, que fechou contrato de 90 dias em abril, após ter sido a concessionária responsável pela tarefa por 25 anos.
Há um decreto aguardando a assinatura do presidente Alberto Fernández que “permitirá lançar uma licitação por 12 meses que será liderada pela AGP (Administração Geral Portuária)”, disse o ministro dos Transportes à rádio local El Destape.
O objetivo da licitação de um ano é “dar-nos tempo para preparar a licitação longa, que é aquela que contemplará as novas obras”, disse Guerrera, acrescentando que a partir daí o Estado passará a cobrar a taxa de a navegação pelo Paraná.
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