O novo chefe do Gabinete Militar da Governadoria do Estado do Piauí (Gamil), coronel Paulo de Tarso Soares de Araújo, nomeou um fiscal para acompanhar licitações do órgão. A medida ocorre após a polêmica licitação que incluía itens supérfluos, como camarão extra grande, mão-de-vaca, panelada, chicletes Trident ou similares, esfoliante e até reparador de pontas para os cabelos.
O gabinete é ligado ao Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí. A licitação seria realizada em agosto, mas ganhou repercussão nacional negativamente. Dois meses depois, o tenente-coronel Sérgio Moura Lopes pediu exoneração do comando do Gamil.
A portaria assinada pelo coronel Paulo de Tarso lista contratos e seus respectivos fiscais, que terão como missão "informar ao Gestor sobre eventuais vícios, irregularidades ou baixa qualidade dos bens ou serviços prestados pela contratada, propor as soluções e as sanções que entender cabíveis para regularização de faltas e defeitos observados".
São nove contratos em andamento. Três envolvem o aluguel de veículos e outros dois o de aeronaves. Também existem contratos para passagens aéreas e serviços de postagem.
Em todos os contratos o fiscal será o tenente Antoni de Sousa Soares. Seu suplente será o capitão Aluízio Batista Dias.
09/11/2013
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