A gigante de tecnologia norte-americana Amazon recorreu à Justiça dos Estados Unidos contra a vitória da Microsoft na licitação de 1 contrato de US$ 10 bilhões para vender espaço em nuvem para o Pentágono –conquistada em 25 de outubro. O banco servirá para armazenar informações militares confidenciais.
Coincidentemente, na 6ª feira (15.nov.2019), Bill Gates, fundador da Microsoft, ultrapassou o CEO da Amazon, Jeff Bezos, como a pessoa mais rica do mundo.
A Amazon argumenta que há “claras deficiências, erros e 1 viés inegável” no processo de concessão. A empresa alegou interferência direta do presidente dos EUA, Donald Trump.
ENTENDA
O processo foi marcado por alegações de conflito de interesse e colocou os principais representantes das gigantes da tecnologia Microsoft, Amazon, Oracle e IBM uns contra os outros. Além disso, as empresas foram alvo de críticas por parte de funcionários contrários a realização de negócios com o governo.
O Google foi o único que decidiu não concorrer ao contrato. Alegou que poderia entrar em conflito com seus princípios de ética em Inteligência Artificial.
Inicialmente, estimava-se que a Amazon seria a única vencedora do acordo, por ter experiência com gestão de dados governamentais. Com a especulação, a Oracle e a IBM recuaram e retiraram suas ofertas em protesto contra o processo de licitação em 2018. A Oracle chegou a contestar o processo no Tribunal Federal, mas perdeu.
Na tramitação do processo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já fazia ataques públicos à Amazon e ao seu fundador, Jeff Bezos, questionou se a disputa era justa.
Em julho, Trump disse a jornalistas que estava recebendo reclamações de empresas em relação a possibilidade do contrato da Amazon com o Pentágono. Segundo ele, as companhias alegaram que o processo de licitação não era competitivo e que, devido a isso, seu governo ira dar uma “olhada muito longa” nos tramites.
A Microsoft se posicionou como amiga do exército americano. O presidente da empresa, Brad Smith, chegou a dizer que há muito tempo a Microsoft fornece tecnologia para as Forças Armadas e continuaria a fornecer, apesar de críticas dos funcionários.
O CONTRATO JEDI
O contrato da Nuvem de Infraestrutura de Defesa Corporativa Conjunta (Jedi – Joint Enterprise Defense Infrastructure), que vale por 10 anos, faz parte de uma modernização digital do Pentágono, com o objetivo de dar ao Exército melhor acesso a dados e à nuvem a partir dos campo de batalha e outros locais remotos.
O sistema Jedi será capaz de armazenar e processar grandes quantidades de dados classificados, permitindo que os militares dos EUA usem inteligência artificial para acelerar o planejamento de guerra e a capacidade de combate.
17/11/2019
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