Aeroporto de Jundiaí terá torre de controle terceirizada


SÃO PAULO - Até a segunda semana de outubro começa a operar uma nova Torre de Controle no Aeroporto de Jundiaí, a 65 km de São Paulo, integrando as operações ao sistema de controle do espaço aéreo da região metropolitana. A operação da torre e a contratação de operadores de vôo será terceirizada e o governo do estado vai abrir licitação até o fim de outubro para escolha do fornecedor do serviço, em pregão eletrônico.
Desde 31 de maio passado, por determinação da Aeronáutica, uma torre de campanha móvel opera os vôos do aeroporto em caráter de emergência, com controladores de vôo cedidos pela Infraero, já integrada com o controle de operações de Congonhas e Guarulhos.
Desde o acidente da TAM em Congonhas, o número de pousos e decolagens em Jundiaí mais que dobrou. O número de vôos, que girava em torno de 2.600 por mês em junho de 2007, antes da tragédia, pulou para 4.729 em agosto passado.
O movimento é ainda mais intenso se acrescido pousos e decolagens do aeroclube. Boa parte dos vôos de treinamento que eram feitos no Campo de Marte foram desviados para Jundiaí. Os pousos e arremetidas do aeroclube, que ficavam em torno de 3.300 por mês, ultrapassam hoje a marca de 6.200. O aeroporto municipal de Atibaia, outra opção dos aeroclubes, também conflita com as rotas comerciais dos aeroportos de Cumbica e Congonhas.
- Até maio passado, os pilotos se comunicavam por rádio para pousar e decolar do aeroporto de Jundiaí e não era preciso fazer plano de vôo. Agora, a torre está integrada ao controle de tráfego aéreo de Congonhas e Cumbica. Além dos aviões que pousam em Jundiaí, pilotos que passam pela cidade também se comunicam com a nova torre - explica Sergio Augusto de Arruda Camargo, superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp).
A nova torre de Jundiaí, agora fixa, também foi cedida pela Aeronáutica. A torre definitiva, a ser adquirida pelo governo de São Paulo, incluindo os equipamentos, foi incluída no orçamento de 2009 do Daesp e a previsão é de instalação em dois anos.
Segundo Camargo, não estão previstas obras de ampliação do Aeroporto de Jundiaí, pois a movimentação de aeronaves no local é limitada, por conta da proximidade com a Serra do Japi.


29/09/2008

Fonte: O Globo

 

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