RIO - Um relatório elaborado pelo procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Francesco Conte, comprova o favorecimento dado pelo ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz ao empresário do jogo Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, numa das concorrências para a exploração de loterias no estado.
O relatório foi entregue ao presidente da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), nesta terça-feira.
Com base nesse documento, o procurador-geral acredita que o Ministério Público do Estado já pode pedir a quebra do sigilo telefônico, bancário e fiscal não só de Carlinhos Cachoeira, mas também do ex-assessor da Presidência da República Waldomiro Diniz.
O documento envolve, segundo a Coordenadoria de Comunicações Social do Palácio Guanabara, as duas licitações feitas pela Loterj (a loteria do estado) entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002, quando Waldomiro presidia o órgão.
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