VG dispensa Exército e prefere nova licitação


A prefeitura de Várzea Grande dispensou a ajuda do Exército para dar continuidade às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na cidade, paralisadas desde a operação Pacenas da Polícia Federal, deflagrada no último dia 10, que investiga fraudes nas licitações do PAC em Cuiabá e Várzea Grande. No dia 20, depois de uma reunião entre o prefeito Murilo Domingos, procurador Mário Lúcio Avelar e auditores do Tribunal de Contas da União, Carlos de Augusto de Melo Ferraz e Milton de Oliveira Santos Júnior, Murilo afirmou que solicitaria o serviço do Exército, porém nenhuma medida foi providenciada nesse sentido.
O prefeito esteve na África do Sul, junto com o governador Blairo Maggi e uma comitiva, analisando os projetos do país que será sede da Copa no Mundo no próximo ano. De acordo com o secretário de Comunicação e diretor do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande, Jeverson Missias, a prefeitura pretende abrir uma nova licitação para continuar os trabalhos e, além disso, quer a liberação de parte dos recursos retidos do PAC para a finalização de obras de caráter emergencial nos bairros São João e Icaraí.
Enquanto isso, o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, solicitou ajuda ao 9º Batalhão Engenharia de Construção, teve seu pedido analisado e aceito pelo batalhão. O 9º BEC assumiu uma parte das obras em Cuiabá, referentes à implementação de rede de águas e adutoras, principalmente em bairros do entorno do CPA, Distrito Industrial e Santa Cruz. Porém, os trabalhos só começarão no ano que vem, depois do período de chuvas e com o plano de obras devidamente construído.
Segundo o secretário de Comunicação e diretor do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande, Jeverson Missias, o município preferiu não pedir ajuda ao Exército porque este não teria condições de realizar o trabalho. “Como temos visto nos jornais, o Exército não tem contingente necessário, prova disso é que e só aceitaram fazer algumas obras em Cuiabá. Além disso, temos muitas obras de construção civil, que não são competência do 9º BEC”, afirmou Missias.
De acordo com o comandante do 9º BEC, tenente-coronel Fernando Miranda, se o pedido fosse realizado Várzea Grande teria o mesmo tratamento que Cuiabá. “Se fizerem a solicitação a nós, mandaremos um relatório para nossos superiores em Brasília e se for possível, teremos todo o prazer em ajudar, assim como faremos com Cuiabá”, disse o comandante.
A prefeitura de Várzea Grande parece não contar as brigas judiciais que enfrentará com as empresas que tiveram as licitações suspensas, e que podem alongar o novo processo licitatório por tempo indeterminado. “Não podemos ficar pensando nessas coisas, temos que seguir em frente e tentar terminar as obras do PAC na cidade, que são importantes para a população”, disse o secretário de Comunicação, Jeverson Missias.


05/09/2009

Fonte: Diário de Cuiabá

 

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