BRASÍLIA - Em depoimento à CPI dos Correios, o publicitário Marcos Valério, acusado de operar o mensalão, disse que sua agência de publicidade, a SMP&B, não foi favorecida na licitação que ganhou nos Correios. O contrato rendeu e, 2004, segundo ele, R$ 28 milhões.
- Na licitação dos Correios, participaram 55 agências. Qualquer alteração que tenha ocorrido no edital não foi para me favorecer. A maioria ndas empresas não teria condições de entrar dentro do que foi estabelecido no edital inicial - afirmou.
Valério informou que em 1994, durante o governo de Itamar Franco, sua agência já tinha prestado serviço para os Correios. Na licitação de que participou, em 2003, a SMP&B saiu vencedora com outras duas agências. Valério negou facilitações e afirmou que sua empresa já possuia experiência por ter prestado serviço anteriormente à estatal.
- Não houve nenhum facilitador para a SMP&B ganhar, porque senão as outras 52 agências que ficaram de fora teriam de recorrer. Além disso, houve uma comissão (de licitação dos Correios) formada por cinco pessoas e não conheço nenhuma delas. Esse episódio, quero deixar claro. E reputar a insinuação de que houve facilidade para a SMP&B ganhar. Foi uma licitação técnica, dentro das normas técnicas, que acontece em todos os governos em que nós passamos. A SMP&B já tinha atendido os Correios em 94, no governo Itamar Franco. Então, já tínhamos a expertise - defendeu-se Valério.
06/07/2005
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