Transpetro admite nova licitação,neste ano


O presidente da Transpetro, Sergio Machado, admitiu nesta sexta-feira a possibilidade de lançar neste ano a segunda fase da licitação de navios da Petrobras. Na primeira fase, foram licitados 26 navios a estaleiros brasileiros a um custo de US$ 2,483 bilhões.
De acordo com Machado, a segunda etapa do programa prevê a contratação de, pelo menos, mais 16 embarcações.
"Não serão menos que 16, pode ser mais. Estamos discutindo o perfil dessas embarcações com a Petrobras. Mas acho que há necessidade grande de navios gaseiros", afirmou o presidente da Transpetro a jornalistas após participar do seminário "Levantar Âncora Brasil", no Rio de Janeiro.
Ele disse esperar que os preços dos navios da segunda fase sejam mais baixos que os da primeira.
Compra de aço. Machado deu prazo até novembro deste ano para encerrar com as siderúrgicas brasileiras as negociações de compra do aço por parte dos estaleiros brasileiros. Segundo ele, os preços sugeridos pela indústria nacional estão de 30 a 40 por cento mais caros que os preços internacionais. "Nós vamos negociar até o final. Buscamos um preço menor, caso contrário teremos que importar (aço)", disse ele.
Maior armador da América do Sul, a Transpetro possui frota de 46 petroleiros e afreta os demais de terceiros, a casco nu. Em 2006, nessa modalidade, foram contratados o navion stavanger (suezmax) e mais duas embarcações, que serão recebidas ao longo deste ano. Unidade flutuante de transferência e estocagem (FSO) e navio de apoio também fazem parte da frota.
A Petrobras gasta anualmente US 1,2 bilhão no afretamento de navios, valor pago a armadores estrangeiros. Com os navios encomendados pela Transpetro, a estatal deverá gastar anualmente US$ 200 milhões a menos em arrendamento de navios quando todas as embarcações estarão em operação. A primeira unidade será entregue em 2009, segundo a estatal.
No evento, o presidente da Transpetro lembrou da assinatura de contrato que a estatal venezuelana PDVSA tem o estaleiro Eisa para a contratação de 10 navios, que serão armados no Brasil. Os navios são do tipo panamax e de transporte de produtos. "Isso é sinalização clara que esse esforço de renovação da indústria naval está sendo percebido pelos players mundiais", disse ele.


08/10/2007

Fonte: Jornal do Commercio

 

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