O governo firmará contratos emergenciais com os terminais pré-1993, cujos contratos originais estejam vencendo, disse ao Valor o ministro dos Portos, Leônidas Cristino. O objetivo é manter a operação até que termine o processo de relicitação das áreas, como determina a nova Lei dos Portos. "Vamos licitar todos que estão vencidos, mas nenhum terminal vai deixar de funcionar até que o novo licitante comece a operar", afirmou o ministro. "Medidas precárias não resolvem o problema. A nossa orientação é não aceitar medidas emergenciais. As empresas estariam abrindo mão de um direito previsto na Lei 8.630 [a antiga lei dos portos]", afirma Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP).
15/06/2013
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