Para desobstruir o leilão das faixas de 3,5 GHz e 10,5 GHz (que podem ser exploradas para o WiMax), paralisado a pedido do Tribunal de Contas da União (TCU), a Abrafix (Associação Brasileira das Concessionárias de Serviço Telefônico Comutado) sugere negociar com a Anatel algumas limitações à operação para garantir a competição.
“Poderíamos, por exemplo, não entrar em determinadas cidades acima de X habitantes, ou só entrar nessas cidades após um determinado período”, afirmou o presidente da entidade, José Fernandes Pauletti.
O que a entidade não entende, segundo o executivo, é porque não é possível que as concessionárias participem em nome da concorrência.
“Não há argumentos lógicos. Se todas as concessionárias comprarem as freqüências, estas vão ocupar no máximo um quarto do espectro. Já existem outros players, como a Embratel, em outras faixas licitadas não configurando monopólio”, diz Pauletti. Para a Abrafix, o impedimento da entrada das concessionárias seria a “proteção a um grupo só”, diz, referindo-se à Telmex.
06/12/2006
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