O diretor de estratégia e de novos negócios da Telemar, André Bianchi, mostrou-se cético em relação à licitação da sobra de licença do Serviço Móvel Pessoal (SMP) de São Paulo. O executivo disse que está avaliando, mas ainda não apresentou sua conclusão. Entretanto, frisou que já analisou esta licença duas outras vezes, mas não era economicamente viável.
O executivo sinalizou que o ideal seria se a Telemar pudesse, com esta licitação de SMP, atuar no mercado paulista como uma operadora virtual móvel, ou seja, sem ter que construir rede própria e utilizando a infra-estrutura das empresas que já atuam no Estado.
Sobre a licitação das freqüências de 3,5 Ghz e 10 Ghz, que estão em andamento, Bianchi disse apenas que a Telemar está analisando, mas não apontou uma tendência. Essas faixas podem ser utilizadas para instalação de redes Wi-Max, banda larga sem fio que funciona como última milha da rede para acesso ao cliente.
Ele afirmou que o Wi-Max poderia ser uma solução para as regiões distantes das centrais de ADSL e também como solução corporativa. Porém, enfatizou que é preciso ter cuidado com esta nova tecnologia que não está efetivamente em produção pelos fabricantes de infra-estrutura e, portanto, não possui escala. "Sabemos muito bem que tecnologias sem escalas mundial não funcionam para o Brasil pois ficam muito caras para nossa realidade econômica."
28/10/2005
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