Algumas Unidades Básicas de Saúde, mantidas pela prefeitura, estão sem compressas de gazes, ataduras, luvas estéreis de procedimentos, detergente, água destiladas, compressas cirúrgicas, clorexidina [antisséptico químico] entre outros itens necessários para realizar os atendimentos básicos e manter a segurança dos profissionais. Com isso, algumas pessoas estão sem atendimentos em determinados postos. “A secretaria e prefeitura estão fazendo o processo licitatório desde maio. Nós estamos reféns das empresas que venceram as licitações. São itens que deram como fracassados. As empresas não se interessaram entregar esses materiais. Nós estamos no terceiro processo de licitação que não deu certo. Estamos com o dinheiro guardado e não conseguimos dentro do processo de licitação alguém que forneça este material ao município”, explicou o secretário Municipal de Saúde, Manoelito Rodrigues, ao Só Notícias.
Segundo Manoelito, as empresas venceram o processo licitatório, mas não têm os materiais para fazer a entrega. “Existe um nova licitação na modalidade pregão. Vamos tentar o tudo ou nada. Ainda existe uma pequena ‘reservinha’ e outros estão faltando realmente. Estamos tentando compensar isso até sexta-feira. O prazo para regularizar será no dia 23 deste mês, quando será lançada nova licitação”.
Segundo o secretário, a compra destes itens ultrapassam os R$ 600 mil anualmente. São vários itens comprados através de licitação global.
10/11/2016
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