Sem data para retorno, contrato de videovigias deve ser três vezes mais caro


A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina deve dispor de um contrato três vezes mais caro para reativar os videovigias - que flagram o avanço do sinal vermelho e da faixa de retenção. O antigo vínculo de R$ 64 mil com a empresa Eletrosinal foi encerrado para a modernização do sistema e também por problemas orçamentários.

A licitação para contratação de uma nova operadora ainda está sendo preparada e a data para religamento dos aparelhos não foi definida. Há ainda a possibilidade de ampliar o número de máquinas de 25 para 35, mas o aumento vai depender da saúde financeira da CMTU, já que o novo contrato deve variar entre R$ 180 mil e R$ 250 mil. Os videovigias desligados funcionavam apenas no período do dia e ainda apresentavam problemas na definição das imagens, com perda de 20% a 30% dos flagrantes. "Nós precisamos de funcionamento 24 horas, com definição fantástica que você possa até ampliar. Além do mais, com integração do antes e depois do evento. Às vezes, o motorista tem condição de invadir a faixa para deixar uma ambulância passar. Para isso, preciso do antes e depois", explicou.

Em 2013, os videovigias renderam 29.300 autuações de trânsito e há uma expectativa de ampliar esse valor com a nova tecnologia. Apesar da previsão de incremento da receita da CMTU, Carlos Alberto Geirinhas declarou que o sistema dá prejuízos, negando inclusive a hipótese de uma indústria da multa. "Apenas 6 ou 7% do valor da multa vem efetivamente para o caixa da CMTU. No pagamento à vista, a pessoa tem 20% de desconto, 10% vai para a Celepar, mais 10% para o Detran e R$ 21 para os Correios porque você precisa mandar a multa e isso sai do caixa da CMTU. Ano passado, gastamos R$ 17 milhões nesse sistema e arrecadamos R$ 10 milhões ", argumentou. A CMTU ainda precisa resolver os problemas financeiros, já que apenas 50% do orçamento pedido à prefeitura foi aprovado para o ano de 2014. Geirinhas já discute com a Secretaria Municipal de Planejamento a possibilidade de ajustes, como um aporte.


12/02/2014

Fonte: Diário. com

 

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