Seis empresas disputam Licitação


Apenas seis empresas vão disputar a licitação das três áreas que o Serviço Florestal Brasileiro está leiloando na Floresta Nacional de Jamari, em Rondônia. Duas foram descartadas porque não apresentaram toda a documentação necessária, mas podem recorrer do resultado da concorrência. Pelo resultado divulgado pelo governo, só estão habilitadas as empresas Amata S/A, Civagro, Porto Júnior e Sakura Madeiras, além dos consórcios liderados pela firma Alex Madeiras e pela ZN Madeiras. Duas delas são consórcios. As empresas Con&Sea e a Kabajá foram inabilitadas porque têm dívidas ambientais.
A abertura das propostas técnicas deve ocorrer até o dia 15 de março. Polêmico, o processo trata da licitação para manejo sustentável de três áreas dentro da Floresta Nacional do Jamari. Essas áreas foram definidas pelo governo como próprias para a exploração sustentável de recursos florestais, como madeira, óleos e resinas.
A Floresta Nacional de Jamari tem 220 mil hectares, mas só serão licitados a princípio 96 mil, que foram divididos em três unidades de manejo e renderão quase R$ 3 milhões ao governo. Todos os concorrentes visitaram as áreas disputadas. A menor área tem 17 mil hectares e custará, ao menos, R$ 500 mil a concessão anual. A segunda possui 34 mil hectares e será outorgada por um lance inicial de R$ 900 mil. A terceira área será a mais disputada. Possui 45 mil hectares e será concedida por um valor mínimo de R$ 1,3 milhão anuais. A concessão será renovada de três em três anos por um período de até 40 anos.
Critérios. Para definir o vencedor da licitação, o governo usará critérios socioambientais e de preço, o que é uma novidade nos editais do governo envolvendo concessões. "Quem apresentar o melhor preço pode não ficar com a floresta. Os critérios sociais valem mais na pontuação", destaca Tasso Azevedo, diretor do Serviço Florestal Brasileiro.
Os critérios socioambientais estão divididos em quatro quesitos: maior benefício social, menor impacto ambiental, maior eficiência na gestão e maior agregação de valor. As empresas que desenvolverem projetos que beneficiem a comunidade local, por exemplo, já tem grandes chances de ser vencedora da concorrência. Tasso explica que cada unidade de manejo florestal terá um vencedor, que assinará um contrato com o governo.


26/02/2008

Fonte: Jornal do Commércio

 

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