De maio até agosto, nos seus quatro primeiros meses de utilização, o pregão eletrônico rendeu uma economia de R$ 7,4 milhões aos cofres do Estado. A estimativa é do secretário de Administração de Santa Catarina, Marcos Vieira.
A Administração centraliza as aquisições de todos os organismos com a administração direta do governo. Foram adquiridos 750 itens, que custaram um total de R$ 37 milhões.
– Teríamos gasto pelo menos 20% a mais se continuássemos utilizando a licitação convencional –, acredita Vieira.
O pregão eletrônico, onde todas as empresas concorrentes dão seus lances via internet, funciona como uma espécie de leilão ao contrário. Instantaneamente, as empresas podem reduzir a oferta para o preço de um produto, a partir de um valor máximo estabelecido pelo governo do Estado.
O secretário diz que 25% das concorrências do Estado ainda ocorrem nos moldes tradicionais. São as que precisam de requisitos técnicos e quesitos mínimos necessários exigidos às empresas participantes. São as chamadas licitações tradicionais, como aquisições de máquinas de maior porte ou tecnologia mais avançada, projetos e obras.
22/09/2003
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