Responsável pela gestão de UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), a empresa RioSaúde, da prefeitura, teve 70% dos seus contratos realizados sem licitação.
Em 2014, quando a empresa iniciou os seus trabalhos, dos 23 contratos assinados, 16 foram por dispensa emergencial. Em 2015, dos 93 contratos assinados, 64 foram por dispensa emergencial de licitação, assinados com 23 empresas. Ao todo, os contratos do ano passado chegaram a R$ 22,8 milhões.
As empresas contratadas variam de segurança e limpeza a manutenção de equipamentos hospitalares. Os dados foram divulgados pelo gabinete da vereadora Teresa Bergher (PSDB), que fez o levantamento dos contratos da RioSaúde.
No relatório, a vereadora critica que, “em tempos de escândalos com as OSs, que desviam dinheiro público e com a crise nas unidades de saúde estaduais, o prefeito deveria, no mínimo, seguir os princípios constitucionais e realizar licitações para as contratações da Empresa Pública de Saúde”.
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