Rio anuncia prorrogação de novo edital de licitação do Maracanã


A prorrogação foi feita nesta terça (20) pelo Governo do Rio, que tenta repassar o estádio carioca a um novo gestor.
Em outubro, o consórcio formado pela Odebrecht (95%) e pela AEG (5%) entrou com um pedido de arbitragem para devolver o Maracanã para o Governo do Rio.

O consórcio tenta há três anos a renegociação do contrato e alega um prejuízo acumulado de R$ 173 milhões.

Reformada para receber a Copa do Mundo, a arena foi repassada ao consórcio por 35 anos após uma licitação em 2013.

O governo alegou que prorrogou o contrato com a FGV para a instituição ter mais tempo para preparar o melhor modelo de licitação. A instituição foi contratada em setembro para fazer o serviço.

Sem dinheiro em caixa, o Governo do Rio trabalha em duas frentes para evitar receber novamente o estádio.

Além de preparar uma nova licitação, a Casa Civil tenta viabilizar um acordo para um novo conglomerado assumir a participação da Odebrecht no negócio e manter o antigo acordo.

Dois grupos negociam. O vencedor deve ser anunciado até sexta (23).

Um dos grupos, que tem o apoio do Flamengo, contaria com as empresas CSM, Amsterdam Arena e GL Events. A segunda seria a Lagardère, que administra dezenas de estádio pelo mundo, e tem como sócia no negócio a BWA, que administra o Castelão, em Fortaleza, e é uma das maiores na operação de venda de ingressos no país.

Em nota nesta terça, o Flamengo ameaçou não jogar no estádio se o vencedor for a Lagardère.

O clube faz questão de ter controle sobre as arrecadações dos jogos de futebol e sobre seu programa de sócio-torcedor.

O Maracanã foi reformado por cerca de R$ 1,2 bilhão pela Odebrecht e Andrade Gutierrez.

A obra entrou na Lava Jato. Executivos da Odebrecht afirmaram a procuradores, em tratativas para negociar delação premiada, que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) cobrou propina em obras como o metrô e a reforma do Maracanã.

Depois de pronta, arena foi repassada ao consórcio formado pela Odebrecht e pela AEG.

O consórcio alega que a operação do estádio foi inviabilizada pela proibição da derrubada do parque aquático e do estádio de atletismo anunciada pelo governo após a conclusão da licitação.

O grupo pretendia erguer um centro comercial e estacionamentos nestes lugares para tornar o empreendimento mais rentável financeiramente. Com informações da Folhapress.


21/12/2016

Fonte: Noticias O Minuto

 

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