O governo do Estado vai abrir licitação no mês que vem para a reconstrução dos terminais Américo Fontenelle, na Central do Brasil, onde um incêndio destruiu 400 lojas do Camelódromo, e de Campo Grande, além da reforma dos terminais Mariano Procópio, na Praça Mauá, o Menezes Cortes, no Centro do Rio, e o de Nilópolis e o de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As empresas interessadas terão 90 dias para apresentar propostas.
A empresa vencedora da concorrência pública será responsável também pela construção de três novas rodoviárias: uma na Barra da Tijuca, ao lado do Terminal Alvorada; uma no Trevo das Margaridas, na saída da Rodovia Presidente Dutra para a Avenida Brasil; e outra no Trevo das Missões, no acesso da Rodovia Washington Luiz para a Avenida Brasil.
Previsão para conclusão é de 4 anos
As obras vão custar R$ 82 milhões e terão prazo de conclusão em 48 meses. A prioridade será para o Terminal Américo Fontenelle, cujo término está previsto para 2012. De acordo com a Companhia de Desenvolvimento e Terminais Rodoviários do Estado ( Coderte), esses terminais, juntos, recebem mais de 270 milhões de passageiros por ano.
O Terminal Américo Fontenelle será reconstruído em função do péssimo estado das instalações elétricas e hidráulicas e das infiltrações. Por ali, circulam diariamente 50 linhas de ônibus e mais de 300 mil passageiros. A reforma prevê a construção de novas plataformas de embarque e desembarque, seguindo os padrões de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência, novos banheiros, elevadores, sistemas de som e vigilância e de monitoramento de entrada e saída de veículos.
O projeto está orçado em R$ 28 milhões. "Esperamos que, com a licitação concluída, as obras comecem ainda este ano. A previsão é que em dois anos o Rio esteja com seus principais terminais recuperados", diz Ronaldo Francisco, presidente da Coderte. O novo terminal terá espaço para praças de alimentação e lojas. Segundo Francisco, alguns comerciantes que perderam tudo no incêndio poderão ter a oportunidade de trabalhar no local: "Eles poderão me procurar que eu farei a intermediação com a empresa que vai explorar a concessão da área".
Lojistas devem sair até julho
Lojistas que escaparam do incêndio no Camelódromo da Central terão que sair do local até o fim de julho. O prazo foi dado pela Coderte, que, há um ano, tem decisão judicial de reintegração de posse do terreno. Segundo a companhia, a associação dos comerciantes deve aluguel de R$ 2,7 milhões desde 2004. Pelo contrato de permissão de uso, os 592 lojistas devem pagar todo mês R$ 23 mil. O último aluguel foi pago em janeiro. "Pela decisão judicial, já poderíamos ter retirados os ambulantes desde o ano passado, mas adiamos a saída por causa das vendas de Natal e do Carnaval. Agora não dá mais", diz Ronaldo Francisco.
29/04/2010
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