A Polícia Federal (PF), com o apoio da Receita Federal, prendeu nesta quinta-feira um grupo suspeito de fraudar licitações públicas em Juiz de Fora (MG), São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, quatro mandados de prisão e dez de busca e apreensão foram cumpridos. A PF calcula um prejuízo de R$ 30milhões aos cofres públicos e os suspeitos serão indiciados por fraude contra o caráter competitivo da licitação, falsificação de documento particular e público, falsidade ideológica e documento falso, além da formação de quadrilha.
A Operação Trucatto investigou a ação de um empresário suspeito de comandar as fraudes. Segundo o delegado Claudio Dornellas, as supostas empresas do empresário atuariam no setor de serviços, como por exemplo, call center. A prática aconteceria desde 2005. "O esquema funcionava por meio de um grupo de empresas de fachada e laranjas, comandado pelo empresário que fraudava licitações da modalidade de pregão eletrônico", disse. O empresário foi preso, mas a PF informou que ainda não pode divulgar sua identidade.
Ainda de acordo com o delegado, alguns serviços chegavam a ser prestados pelas empresas, mas as irregularidades entre a livre concorrência nos processos licitatórios teria causado um prejuízo com contratos fraudulentos em torno de R$ 30milhões. Segundo Dornellas a maioria dos envolvidos não foram presos. "Se eu fosse prender todos os laranjas, teria que fazer uma penitenciária só para eles", afirmou.
17/11/2011
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