A Prefeitura de Catanduva prorrogou até 9 de fevereiro de 2018 o prazo para que as empresas interessadas em instalar o Poupatempo dentro de suas instalações apresentem suas propostas. A prorrogação já foi publicada no Imprensa Oficial do Município.
De acordo com o Governo, a justificativa para a prorrogação seria a necessidade de maior prazo para que empresas que teriam manifestado interesse analisassem os projetos. O interesse público em maior número possível de empresas participando também foi argumento utilizado pela Secretaria de Desenvolvimento Emprego e Relações do Trabalho.
“Tendo em vista os estudos em andamento de alguns pré-interessados em abrigar o ‘POUPATEMPO’ municipal, bem como a necessidade da análise da viabilidade dessas empresas em atender o layout e dimensões atuais ou mesmo de elaborar uma nova proposta para as instalações físicas, providência esta que leva um tempo considerável; tendo em vista ainda o grande interesse público em que o maior número possível de interessados entreguem suas propostas; fica prorrogado o prazo previsto no item ‘6’ do referido chamamento”, decidiu a secretaria. O extrato informa que as propostas serão recebidas e abertas no mesmo dia, em 9 de fevereiro, às 14 e 15 horas, respectivamente.
A ideia do prefeito Afonso Macchione Neto (PSB) é de que as empresas se interessem pelo público de cerca de mil pessoas que diariamente procurariam os serviços do Poupatempo. As interessadas deverão atender a uma série de requisitos previstos na lei e a Prefeitura deixaria de pagar aluguel para a instalação do serviço.
“Apesar da redução significativa no valor do contrato, o dispêndio mensal com aluguel para abrigar o Posto Poupatempo Catanduva-SP é bastante significativo; o movimento diário de pessoas gerado pela prestação de serviços na unidade Posto Poupatempo Catanduva-SP é muito significativa, ou seja, no mínimo 1.000 cidadãos de toda a região procuram o local diariamente e, com isso, torna-se um possível atrativo para supermercados, shoppings centers, hipermercados, galerias, complexos de lojas e prestação de serviços, etc”, argumenta o Governo citando exemplos de cidades paulistas nas quais o serviço funciona dentro de empresas privadas.
16/11/2017
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