O grupo de trabalho da Prefeitura de Sorocaba responsável pelo programa “Cidade Amiga da Amazônia”, esteve reunido nesta semana, para discutir a elaboração de um decreto para regulamentar a utilização exclusiva de madeira legalizada em obras e serviços contratados pelo Município. Depois de finalizada, a proposta será enviada para sanção do prefeito Vitor Lippi e será escolhida uma obra piloto, com o edital de licitação dentro das normas.
O programa, realizado em parceria com as organizações não-governamentais Greenpeace e Amainan Brasil, existe em dois Estados e 37 cidades do país. De acordo com as instituições, cerca de 60% da madeira utilizada no país é extraída irregularmente da Amazônia, o que provoca graves impactos ambientais. O Brasil é o quarto maior emissor de gás carbônico do mundo, sendo a destruição das florestas a maior das causas do problema.
Em Sorocaba, servidores municipais participaram de capacitações sobre o tema. Após sua regulamentação, funcionários dos setores de obras, meio ambiente, fiscalização, finanças e compras passarão por treinamento para identificar o produto de origem legal. Segundo o programa, as administrações públicas podem colaborar com a preservação dos recursos naturais, com a chamada “compra responsável”, certificando-se que a madeira comprada tem origem em desmatamentos autorizados ou manejos simples.
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